Slow Living Yoga Professor de yoga convida a viver mais devagar

Slow Living Yoga

«Primeiro mudamos nós, depois muda o mundo à nossa volta e depois, se tivermos sorte, mudamos o mundo», lembra Jean Pierre.

Palestra é por donativo livre.

No próximo sábado, dia 2 de abril, o Jean Pierre de Oliveira dirige uma palestra no seu estúdio urbano, situado no número 20 da Rua de Xabregas (sala 309) para apresentar o conceito de Slow Living Yoga. A partir das 10h30, o professor desafia os participantes a usar a filosofia e ensinamentos do yoga para impulsionar uma mudança interior.

O próprio caminho de Jean Pierre reflecte a mudança de que fala. Há pouco menos de um ano, desistiu de uma carreira no marketing para se tornar professor de yoga a tempo inteiro. Para trás deixou um currículo com cargos de gestão em empresas como a Gillette, Ballentine’s, Intermarché, E.Leclerc e Aki/Leroy Merlin. «Hoje, sinto-me grato e feliz por ter escolhido este rumo», confessa. Mas sabe que a mudança que procura nunca termina. «É um processo demorado que pode levar uma vida, já que se trata de um caminho rumo a aceitação e ao bem-estar, neste corpo físico, aqui e agora», acrescenta. Não é nada metafísico, não é magia, é um simples trabalho mental.

Começar pelo princípio
Na palestra sobre Slow Living Yoga, Jean Pierre vai partilhar parte do método que instigou a sua mudança. Explica que quem o leva a cabo não precisa de alterar nada em concreto mas simplesmente manter-se atento ao exercício de controlar os pensamentos. E lembra que uma mente controlada, livre de preocupações e distrações, é o objectivo de um yogi. Mas sabe que distrair-se é fácil. «Um lembrete de hora a hora no telemóvel é um bom truque para manter o foco», encoraja.

«Mesmo que acorde feliz e com energia, isso não significa que a minha energia se vai manter positiva ao longo do dia. Ter boa vontade, só, não basta. É preciso actuar. Basta ficar frustrado, bloqueado, enervado, que a minha vibração muda. E cada vez que me sinto ‘atacado’, remoo os meus pensamentos e vou mantendo a minha energia em baixo». Identificado o problema passa para a solução: se quer que alguma coisa mude, comece por mudar a sua perspetiva das coisas. Pergunto-se: se alguém me aborrecer, quem está aborrecido? Sou eu. Se alguém me irritar, quem está irritado? Sou eu. Se algo me frustrar, quem fica frustrado? Sou eu. O truque é escolher não ceder ao desconforto. «Cada vez que me dou conta que estou com desconforto, fico satisfeito por ter conseguido constatá-lo. E quando me foco nesta pequena conquista, este sucesso, já não me estou a focar no que me causou desconforto», confessa.

Preparar a mudança
Se o primeiro passo é a tomada de consciência, o segundo é a sua materialização. Por isso, Jean Pierre recomenda que no final de cada dia, cada yogi procure pensar nas respostas para quatro simples perguntas: Quais foram as experiências do dia que desencadearam desconforto (quais os medos)? Quais foram os pensamentos do dia? Que sentimentos tive quando senti desconforto? Como é que estes desconfortos alteraram o meu comportamento? As respostas, promete, serão elucidativas.

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