Yoga e crescimento pessoal

Já se sentiu deslocado com a sensação de não pertencer a este mundo, de achar que não está no lugar certo, que tudo está errado? Já sentiu a falta de sintonia em relação aos seus amigos e familiares, com os colegas de trabalho? Já desejou deixar tudo e fugir para outro lugar e recomeçar tudo de novo?

Esta é a primeira etapa do seu crescimento pessoal, do seu despertar espiritual. É a sua consciência a querer brotar, subterrada por detrás das centenas de pensamentos produzidos na sua mente. É o seu Eu superior, o seu Guia espiritual a gritar-lhe que a vida não pode continuar da forma como está. É o reconhecimento da sua consciência, é a lembrança que é mais do que existe fisicamente, é mais do que um corpo feito de carne e ossos.

Fugir não irá adiantar nada e também não é a mensagem que lhe está a ser enviada. A mensagem é : Abre os olhos (intuição) e vê as coisas como elas são realmente! Tudo é como é (namaha) e há muita coisa que não depende de ti, mas podes transcender a tua realidade desenvolvendo uma visão diferente do mundo que te rodeia.

Tudo o que não gosta  e que lhe trás descontentamento e revolta são mensagens do seu Eu superior a relembrar-lhe que a forma como se sente não é compatível com o seu propósito. Nasceu para viver feliz, apaixonar-se pela vida e expandir. Cada vez que os seus pensamento criam em si frustração ou tristeza, o seu guia faz-lhe sentir que não é o que quer, e o que quer realmente é sentir-se bem. O seu Eu superior está a dizer-lhe que algo está mal e que está no momento certo para despertar e transformar-se.

O Yoga leva-nos a entender  que o que acreditamos ser a realidade deriva da nossa forma de pensar (Maya). Se ficamos frustrados é por que responsabilizamos os outros pelas nossas infelicidades e ficamos de mãos atadas porque o problema parece ser de terceiros e, de facto, não podemos fazer com que mudem.

A segunda etapa é que devemos aprender a reconhecer os momentos em que nos sentimos mal,  desviar o foco das nossas atenções para o que nos faz sentir bem. Em vez de manter a nossa atenção nos motivos do sofrimento e de focar no objecto da dor, devemos procurar sentir a essência da solução.
É porque temos “falta de algo” que sentimos dor. Devemos entender que o objecto da dor é a alavanca para nos levar a perceber o que queremos para sermos feliz. Devemos pensar no queremos e como nos sentimos quando o temos (razão pela qual temos falta dele) e não na sua falta e como nos sentimos sem ele.

É quando ficamos presos por não conseguir sair do ciclo de pensamentos ligados a “falta” que acreditamos estarmos deslocados. Praticar Yoga leva-nos a criar uma vida menos dependente dos outros e dos elementos que nos parecem externos percebendo que devemos mudar e que somos responsáveis da forma como nos sentimos. A esta compreensão chamamos de crescimento pessoal.

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